NOTICIÁRIO Quinta-feira, 30 de Abril de 2026, 10:33 - A | A

Quinta-feira, 30 de Abril de 2026, 10h:33 - A | A

TRABALHO GARANTIDO

Mato Grosso abre 22 mil empregos formais no início de 2026

Da Redação

Mato Grosso registrou um saldo positivo de 22.106 empregos com carteira assinada no primeiro trimestre de 2026, segundo dados do Novo Caged divulgados nesta quarta‑feira (29.4). O volume consolida o estado entre os principais geradores de postos formais do país no início do ano e reforça a expansão contínua da atividade econômica local.

Entre janeiro e março, foram registradas 188.939 admissões e 166.833 desligamentos, elevando o estoque total de empregos formais para 997.735 postos ativos. A abertura líquida de vagas ocorreu em todos os setores analisados, indicando crescimento diversificado e sustentado.

O setor de Serviços puxou a alta, com 9.444 novos postos — reflexo da ampliação de atividades ligadas ao atendimento, educação privada, logística, telecomunicações e serviços pessoais. Em seguida, a Agropecuária respondeu por 4.051 vagas, impulsionada pelo calendário da safra, pela demanda de mão de obra temporária e pelo início das operações de processamento em regiões produtoras.

A Construção Civil gerou 3.857 novas vagas no trimestre, beneficiada por obras de infraestrutura urbana e expansão residencial. A Indústria abriu 2.739 posições, enquanto o Comércio registrou saldo de 2.015 postos, influenciado pelas movimentações posteriores ao período festivo e pela recomposição de estoques.

Entre os municípios, Cuiabá liderou a criação de empregos com saldo de 4.992 postos. Na sequência, aparecem Sinop (1.979), Rondonópolis (1.460), Lucas do Rio Verde (1.325) e Várzea Grande (1.115), cidades que concentram polos industriais, logísticos e agroindustriais consolidados.

A secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman, afirmou que o resultado revela a força múltipla da economia mato‑grossense. Ela destacou que a abertura de mais de 22 mil vagas no trimestre demonstra uma “trajetória constante de geração de emprego e renda sustentada pela integração de todos os setores produtivos”.

Para a secretária, a diversidade econômica é elemento central do desempenho estadual. Beckman afirmou que o estado “não depende de um único vetor de crescimento”, e que esse equilíbrio garante maior estabilidade mesmo diante de oscilações nacionais e internacionais.

Com a continuidade da expansão do agronegócio, avanços logísticos e crescimento de setores urbanos, a tendência, segundo analistas consultados pela reportagem, é de manutenção do ritmo positivo ao longo do semestre, ainda que influenciado por fatores como crédito, custo de produção e dinâmica dos mercados externos.

As informações são da jornalista Yasmim Di Berti, da Assessoria/Sedec.

 



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