O corpo do artista plástico Adir Sodré será velado na Capela Jardins, das 9 às 13 horas. O sepultamente ocorrerá às 14 horas, no Cemitário Parque Bom Jesus, na saída para Santo Antonio do Leverger.
Para a despedida do artista, que faleceu nesta segunda-feira (10) em Cuiabá, vítima de um infarto, em frente a sua casa, será permitida a presença de apenas 10 pessoas simultaneamente e utilizando máscaras. A medida visa evitar a propagação do novo coronavírus.
O pintor e desenhista nasceu em Rondonópolis e iniciou sua vida artística em 1977 no Ateliê Livre da Fundação Cultural de Mato Grosso, onde foi orientado por Humberto Espíndola e Dalva de Barros.
Nos dois anos seguintes integrou, com Gervane de Paula e outros artistas, um grupo que procurou renovar a arte mato-grossense. Nessa época, participou de exposições coletivas organizadas pelo Museu de Arte e de Cultura Popular da Universidade Federal do Mato Grosso (MACPP/UFMT).
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“O Adir sempre foi uma grande referência para mim, para o meu trabalho, tanto como expressão artística como a maneira com que ele se relacionava com o trabalho, ele se doava totalmente à arte e isso para mim é um exemplo, algo em que eu me espelho”, disse o artista plástico Adriano Figueiredo. “O que eu acho mais importante na trajetória dele é que ele escolheu fazer o seu melhor para a sua gente. A partida do Adir deixa uma lacuna imensa na arte mato-grossense e brasileira”.