O Mixto estreia nesta quinta-feira (12) no Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino – Série A1, em um confronto de peso contra o Flamengo, às 20h (horário de Cuiabá), no estádio Dutrinha, na capital. A partida marca o retorno das Tigresas à principal divisão do futebol feminino nacional e terá transmissão ao vivo pela TV Brasil. As informações são da assessoria do Mixto e da CBF. Os ingressos estão à venda nas bilheterias do Dutrinha por R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia). Crianças de até 12 anos não pagam, segundo a organização.
Retorno à elite após mudanças na competição
A presença do Mixto na Série A1 foi confirmada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) após a desistência de Fortaleza e Real Brasília, abrindo vaga na elite. Na temporada passada, o time mato-grossense terminou a Série A2 na 6ª colocação, resultado que manteve o clube no radar da competição nacional.
A volta ao patamar mais alto do campeonato também coloca Cuiabá no circuito dos grandes jogos do futebol feminino, com um desafio imediato: encarar uma das camisas mais fortes do país já na primeira rodada.
Elenco experiente e reforços conhecidos
Para a temporada, o Mixto apostou em experiência e nomes rodados para sustentar a campanha na elite. Entre os reforços estão a goleira Thaís Helena, de 38 anos, ex-Atlético-MG e vice-campeã mundial com a Seleção Brasileira em 2007, e a meia paraguaia Fany Gauto, de 31 anos, com passagens por Ferroviária e Internacional.
O objetivo do clube é claro: competir de igual para igual, somar pontos desde o início e transformar o Dutrinha em um fator de pressão a favor do time, com presença de torcida e mobilização local.
O que está em jogo no Dutrinha
Além dos três pontos, a estreia vale como termômetro para o projeto do Mixto em 2026: elenco, ambiente, capacidade de enfrentar times de investimento maior e, principalmente, manter regularidade num campeonato que cobra intensidade rodada após rodada.
Contra o Flamengo, o recado é simples: é jogo grande, de vitrine nacional, e chance de mostrar que o futebol feminino de Mato Grosso pode ocupar espaço entre os principais do Brasil.





